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Mercado do leite

Edição do mês

Outubro 2026

COMEMORAÇÃO

Balde Branco completa 62 anos de prestação de serviços à cadeia do leite nacional, fortalecendo a atividade e compartilhando conhecimento.

Tudo sob controle!

Uma das duas únicas no Brasil com Certificação em Biosseguridade (CBS), a Fazenda Colorado, em Araras (SP), abre as portas para mostrar boas práticas no controle de enfermidades, uso de antibióticos e redução do descarte de leite. TECNOLOGIA: Sistema de pré-resfriamento reduz o consumo de energia na propriedade, além de contribuir para maior qualidade do leite produzido MERCADO: Iniciativas no RS e em MG mostram como o doce de leite pode agregar valor à produção, seja para atender a nichos de consumo ou valorizar a tradição

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Conhecimento e troca de experiências na 4ª ExpoLeite. 🥛

No dia 16 de outubro, a Mostra Técnica reúne Guzolando e Sindi em dois momentos de avaliação, com o olhar técnico de Márcio Diniz, jurado das duas raças.

📍 Pavilhão Multiuso
• Guzolando — 10h
• Sindi — 17h

Anote na agenda! Uma oportunidade para acompanhar de perto as características das raças, a qualidade dos animais e o trabalho de seleção que movimenta a pecuária leiteira. ✅
111,947 KG DE LEITE. SERÁ QUE ESSA MARCA PODE SER SUPERADA?

Em 2025, uma matriz Girolando chamou a atenção do setor ao alcançar uma média de 111,947 kg de leite no Concurso Leiteiro da ExpoLeite, estabelecendo, à época, um recorde mundial da raça.

Agora, os olhos se voltam novamente para Uberaba (MG).

83 matrizes entram na disputa do Concurso Leiteiro da 4ª ExpoLeite, colocando à prova anos de seleção genética, manejo, nutrição e preparação.

E a participação das raças já mostra a força da pecuária leiteira tropical:

🐄 75 matrizes Gir Leiteiro
🐄 4 matrizes Guzerá
🐄 4 matrizes Girolando

Serão dez pesagens oficiais até a definição das campeãs, com premiação marcada para 14 de outubro, a partir das 18h, no Parque Fernando Costa.

Mas existe algo maior por trás dos números.

Cada matriz que entra nessa disputa representa o trabalho de criadores que investem em genética, alimentação, sanidade e eficiência produtiva.

E o resultado das pistas também desperta uma pergunta importante: até onde pode chegar o potencial leiteiro das raças adaptadas às condições brasileiras?

📖 Quer acompanhar os detalhes do concurso, conhecer o recorde da edição anterior e saber o que esperar da competição?

Leia a reportagem completa no site da Balde Branco 

📲 Conhece um criador, produtor, técnico ou apaixonado por genética leiteira? Encaminhe esta publicação. Quem acompanha o melhoramento dos rebanhos brasileiros vai querer ficar de olho nesses resultados.

🏆 E queremos saber sua opinião: teremos um novo recorde nesta ExpoLeite ou a marca de 2025 continuará imbatível?

Fonte: ABCZ | Balde Branco
POR TRÁS DA EVOLUÇÃO DO LEITE, EXISTEM PESSOAS QUE DEDICARAM ANOS A FAZER A ATIVIDADE AVANÇAR.

Na pesquisa, dentro das propriedades, na seleção genética ou levando conhecimento técnico a quem produz.

A ABCZ anunciou os cinco homenageados do Mérito ExpoLeite 2026, reconhecimento a trajetórias que contribuíram para o desenvolvimento da cadeia produtiva do leite e da pecuária brasileira.

Nesta edição, serão homenageados:

🏅 Categoria Criador 
• Empresa Estadual de Pesquisa Agropecuária da Paraíba (EMEPA-PB) 
• Jônadan Hsuan Min Ma 
• José Geraldo Vaz de Almeida

🔬 Categoria Pesquisador 
• Aníbal Eugênio Vercesi Filho

🐄 Categoria Técnico 
• Henrique Ferreira Pinheiro

São trajetórias diferentes, mas unidas pelo trabalho em áreas fundamentais para a evolução da atividade: genética, pesquisa, melhoramento, representação dos produtores, assistência técnica e produção.

A homenagem será realizada no dia 15 de outubro, durante a abertura oficial da 4ª ExpoLeite, no Parque Fernando Costa, em Uberaba (MG).

A feira acontece de 12 a 18 de outubro e reunirá diferentes elos da cadeia em uma programação voltada à genética, tecnologia, conhecimento, negócios e desenvolvimento da pecuária leiteira.

👏 Parabéns aos homenageados do Mérito ExpoLeite 2026!

📲 Conhece alguém que trabalha para fazer a pecuária leiteira avançar todos os dias? Encaminhe esta publicação. Reconhecer quem constrói conhecimento e desenvolvimento para o setor também é uma forma de valorizar a cadeia do leite.

📖 Quer conhecer a trajetória completa dos cinco homenageados e todos os detalhes da homenagem? A publicação completa está disponível no site da ABCZ.

Confira no site da ABCZ 
www.abcz.gov.br

4ª ExpoLeite | 12 a 18 de outubro | Uberaba (MG)
O LEITE MUDA. QUEM PRODUZ PRECISA ACOMPANHAR.

A nova edição da Balde Branco já está no ar — e outubro chega com informação para quem quer entender não apenas o que está acontecendo na pecuária leiteira, mas o que pode fazer diferença dentro da propriedade.

🐄 Biosseguridade na prática: entramos na Fazenda Colorado, uma das duas propriedades brasileiras com Certificação em Biosseguridade, para mostrar como prevenção, controle de acesso, protocolos sanitários e uso responsável de antimicrobianos ajudam a proteger o rebanho e o leite.

⚡ Menos energia, mais eficiência: mostramos como o pré-resfriamento pode reduzir o consumo de energia e contribuir para a qualidade do leite.

📊 A produção brasileira está ficando menos sazonal? Dados mostram mudanças importantes na oferta de leite ao longo do ano e ajudam a entender como tecnologia, gestão e sistemas de produção estão transformando essa dinâmica.

🧬 Genética que precisa virar resultado: Leonardo Avelar conta como a Fazenda Campo Alegre / LLA Girolando construíram um trabalho que lidera há cinco anos consecutivos o índice PTA/GPTA Leite da raça.

🧀 E tem mais: queijo como oportunidade para pequenos produtores, reprodução, gestão, Expointer, Itanhandu, ExpoLeite e outros assuntos que estão movimentando o setor. 

🎂 Tudo isso em uma edição especial: a Balde Branco completa 62 anos levando informação e conhecimento para a cadeia do leite.

E temos uma oportunidade especial para nossos leitores: um número limitado de assinaturas será disponibilizado como brinde. 🎁

👉 Siga a Balde Branco e mantenha-se atualizado sobre o que realmente importa para quem vive do leite.

Faça esta informação chegar mais longe: encaminhe esta publicação para um produtor, técnico ou profissional do setor que também precisa estar por dentro das novidades do mercado do leite.

Informação compartilhada também fortalece a cadeia.
Ela estava prenhe no primeiro diagnóstico. Algumas semanas depois, apareceu vazia. Entre um ultrassom e outro, existe uma perda que pode estar passando despercebida na fazenda.

E os números mostram que o problema merece atenção.

Uma meta-análise publicada em 2023, reunindo 19.723 registros de diagnóstico de gestação em vacas leiteiras, encontrou perdas médias de 13% entre 30 e 45 dias de gestação e de 7% entre 45 e 60 dias.

Na prática, isso ajuda a explicar uma situação frustrante: a vaca é diagnosticada como prenhe, muitas vezes por volta dos 28 dias após a inseminação, mas chega vazia à reconfirmação.

O prejuízo não termina naquela gestação.

Pode significar nova inseminação ou cobertura, mais dias em aberto, atraso até uma nova concepção e impacto no planejamento produtivo.

E existe outro ponto importante: a vaca vazia é o sinal. Não necessariamente a causa.

Estresse térmico, nutrição, manejo, alterações hormonais e genéticas, prenhez gemelar e problemas sanitários podem estar envolvidos. Entre as enfermidades que merecem investigação estão IBR, BVDV, leptospirose e campilobacteriose, além de outros agentes.

Por isso, quando o problema se repete, olhar apenas para a taxa de prenhez pode esconder parte da história. Também é preciso saber quantas dessas gestações chegam à reconfirmação.

Em artigo publicado na Balde Branco, o médico-veterinário Paulo Godoi, coordenador de Território Pecuarista Paraná da Biogénesis Bagó, explica por que a “vaca vazia” pode ser apenas a ponta do iceberg — e quais fatores precisam entrar na investigação.

📖 Leia a matéria completa no site da Balde Branco

📲 Conhece um produtor ou profissional que enfrenta perdas reprodutivas no rebanho? Encaminhe este conteúdo. Entender onde a gestação está sendo perdida pode ser o começo de uma investigação importante.

Na sua propriedade, vocês fazem a reconfirmação da prenhez? Com quantos dias?
Genética, tecnologia, negócios e mais de 700 animais esperados. De 12 a 18 de outubro, Uberaba volta suas atenções para o leite.

A 4ª ExpoLeite, promovida pela ABCZ no Parque Fernando Costa, chega com uma programação que vai muito além das pistas.

E uma das novidades mostra para onde está caminhando a seleção dos rebanhos: segundo a ABCZ, todas as raças zebuínas leiteiras passam a contar com avaliação genômica, ampliando as informações disponíveis para a tomada de decisão dos criadores.

O PMGZ Leite também passa a realizar duas avaliações genéticas por ano, com um fluxo de dados mais rápido para entregar resultados aos produtores.

Na pista e nos negócios, a movimentação promete ser grande.

🥛 Concurso Leiteiro com Gir Leiteiro, Guzerá e Girolando;
🐂 mostras de Sindi e Guzolando;
🔨 oito leilões oficiais previstos;
🧬 julgamentos, genética e tecnologia;
🎓 palestras e atividades técnicas;
🌎 intercâmbio com profissionais de outros países.

E tem mais: simultaneamente, o Parque Fernando Costa receberá a 55ª Expoinel, 22ª ExpoBrahman e 19ª ExpoGuzerá, ampliando o encontro entre criadores, técnicos, empresas e pesquisadores.

📖 Quer saber o que vai acontecer na 4ª ExpoLeite? A Balde Branco reuniu os destaques, novidades e informações sobre a programação. Leia a matéria completa em nosso site — link na bio.

📲 Conhece um criador, produtor, técnico ou estudante que pode aproveitar essa semana de genética e conhecimento em Uberaba? Encaminhe este post para ele.

E para quem acompanha genética leiteira: qual raça você quer ver em destaque nesta ExpoLeite?
O LEITE SEGUROU O PREÇO. MAS O MERCADO JÁ ESTÁ MUDANDO.

Em agosto, o produtor recebeu, na Média Brasil líquida, R$ 2,8869/litro, segundo o Cepea/Esalq-USP. 

O valor ficou praticamente estável: alta real de 0,7% sobre julho e de 9,18% frente a agosto de 2025.

Mas quem acompanha o mercado não pode olhar apenas para o preço de hoje.

O preço conta o presente. A oferta ajuda a contar o que pode vir depois.

E os sinais merecem atenção.

🐄 A captação de leite avançou 3,86% de julho para agosto, puxada principalmente pela recuperação da produção no Sul.

📈 Ao mesmo tempo, o Custo Operacional Efetivo subiu 0,63%, com os concentrados avançando 1,2%.

🌎 As importações recuaram 2,54% no mês, mas ainda somaram 230,3 milhões de litros em equivalente-leite — volume quase 40% superior ao de agosto de 2025. Só o leite em pó respondeu por 72,3% das importações.

E é aqui que o cenário muda.
Com mais leite disponível no mercado interno, avanço da safra no Sul e importações ainda elevadas, o Cepea aponta expectativa de recuo das cotações do leite cru em setembro e continuidade desse movimento em outubro. 

Ou seja: o preço de agosto ficou praticamente parado. As forças que podem pressionar os próximos pagamentos, não.

📲 Conhece outro produtor, técnico ou profissional do leite que também precisa acompanhar o que está acontecendo no mercado? Compartilhe este post com ele. Informação de mercado também entra na conta da fazenda.

📍 Agora queremos comparar o Brasil real com a média: quanto você recebeu pelo litro no último pagamento? Diga também sua cidade e estado.

Fonte: Cepea/Esalq-USP — 30/09/2026.
O agro evolui rápido. Mas quem vai trabalhar nele está sendo preparado perto o suficiente da realidade da fazenda?

Essa pergunta está por trás de um projeto que acaba de ganhar forma em um dos territórios mais tradicionais da pecuária brasileira.

Em Uberaba (MG), a Universidade de Uberaba inaugurou a Cidade do Agro e o novo Hospital Veterinário, criando um ecossistema que pretende colocar no mesmo ambiente estudantes, pesquisadores, produtores rurais, empresas, cooperativas, instituições financeiras, entidades e poder público. 

A dimensão chama atenção.

São mais de 500 mil m² envolvidos no projeto, mais de 30 empresas parceiras e investimentos da universidade e do setor privado que já ultrapassam R$ 65 milhões. 

Mas talvez o número mais importante não esteja em metros quadrados ou reais investidos.

Está na tentativa de encurtar a distância entre conhecimento e prática.

A proposta é fazer com que problemas encontrados no campo possam chegar à universidade e se transformar em pesquisa e soluções — enquanto os estudantes convivem mais de perto com aquilo que encontrarão depois de formados.

E o Hospital Veterinário materializa parte dessa ideia. São mais de 8 mil m² de área construída, atendimento a pequenos e grandes animais e espécies silvestres, centro cirúrgico capaz de realizar até cinco procedimentos simultaneamente, estrutura de recuperação para grandes animais e recursos voltados à formação prática dos estudantes. 

Como resume Flávio Garcia Sartori, diretor executivo acadêmico da Uniube e diretor do Hospital Veterinário, o desafio não é apenas desenvolver mais tecnologia: é formar pessoas capazes de utilizá-la. 

📖 Nosso repórter Erick Henrique esteve em Uberaba e mostra, na edição de setembro da Balde Branco, por dentro dessa nova estrutura e o que ela pretende representar para a formação dos profissionais do agro.

E aqui eu manteria a estratégia que estamos usando nesta edição:

Você pode acessar esse conteúdo e muito mais com investimento zero: assine gratuitamente a Balde Branco eletrônica por 1 ano pelo link da bio.

📲 Encaminhei a um estudante de Veterinária, Agronomia, Zootecnia ou alguém que está escolhendo uma profissão no agro.
Quando a dívida aperta, a pergunta mais urgente costuma ser: “o que eu faço agora?”

Mas talvez exista uma pergunta que precise vir antes:
por que a propriedade chegou a essa situação — e qual é a verdadeira dimensão do problema?

Uma quebra de safra pode comprometer temporariamente o caixa. Uma atividade que há anos não consegue gerar receita suficiente para cobrir custos e financiamentos enfrenta outro tipo de crise. 

Tratar as duas situações da mesma maneira pode simplesmente empurrar o problema para a frente.

Em artigo publicado no site da Balde Branco, a advogada Clicia Vecchini Paschoal, do escritório Reis Advogados, explica as diferenças e os cuidados envolvidos em três caminhos que costumam aparecer nesses momentos: prolongamento da dívida, renegociação e recuperação judicial.

E há detalhes que podem mudar completamente a análise.

Nem toda dívida assumida por um produtor é necessariamente crédito rural. 

Uma renegociação que reduz a parcela agora pode criar uma obrigação mais longa ou onerosa. 

E a recuperação judicial pode reorganizar parte do passivo, mas não significa que todas as obrigações ficarão suspensas — nem garante os recursos necessários para manter o próximo ciclo produtivo.

Por isso, antes de escolher o instrumento, é necessário colocar a situação no papel: quanto se deve, para quem, quando vence, quais garantias estão comprometidas, quais contratos estão envolvidos e quanto dinheiro será necessário para continuar produzindo.

O objetivo não deveria ser apenas ganhar prazo. É construir condições para que a atividade volte a gerar receita e consiga sustentar os compromissos assumidos.

📲 Conhece um produtor que está enfrentando dificuldades com dívidas ou tentando reorganizar financeiramente a propriedade? 

Encaminhe esta reportagem para ele. 

Talvez a informação mais importante neste momento seja justamente entender que existem caminhos diferentes — e que a escolha começa pelo diagnóstico.

📖 Leia “Endividamento rural: antes de escolher o remédio, é preciso compreender a crise” no site da Balde Branco.

Na sua opinião, qual é hoje a maior dificuldade financeira de quem produz?
Dez vacas. R$ 120 mil em animais. E uma operação de crédito de R$ 100 mil.

O que aconteceu em uma fazenda leiteira do Paraná mostra como tecnologia e mercado financeiro começam a enxergar de outra maneira um dos principais patrimônios do produtor: o próprio rebanho.

Na Fazenda Engenho Velho, em Imbituva (PR), dez vacas monitoradas digitalmente foram utilizadas como garantia em uma operação de crédito registrada na B3.

E aqui está o detalhe que torna essa história diferente.

O financiador não recebe apenas a informação de que as vacas existem.

Colares inteligentes acompanham dados como saúde, ruminação, comportamento e presença dos animais. Cada vaca é associada a uma identidade digital única, permitindo que a garantia seja individualizada e acompanhada.

Por que isso importa?

A reportagem mostra que uma das dificuldades de usar o gado como garantia é justamente a incerteza de quem financia sobre onde está o animal e em que condições ele se encontra. Essa falta de informação pode significar deságio no valor atribuído ao rebanho e maior custo financeiro.

Agora imagine o que pode acontecer quando dados que já ajudam a administrar a fazenda começam também a ajudar a demonstrar o valor do patrimônio.

É exatamente essa nova fronteira que mostramos na reportagem “Vacas monitoradas garantem operação de crédito ao produtor”, publicada na edição de setembro da Balde Branco.

📖 E você pode ler essa e todas as outras reportagens da revista sem investir um centavo.

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📲 Conhece um produtor de leite que precisa investir na propriedade ou busca novas alternativas de crédito? Encaminhe este post para ele. 

Esta é uma informação que vale colocar na roda de conversa.

E quero ouvir quem está do outro lado: você usaria animais do seu rebanho como garantia para financiar investimentos na propriedade?
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