
Setembro 2026
A 26ª edição do Agroleite une a história de 78 anos da Castrolanda aos projetos que apontam para um futuro com tecnologia e inovação, sem deixar de comemorar a emoção dos vencedores do presente
TECNOLOGIA: No Paraná, pela primeira vez no Brasil, uma operação de crédito recebe como garantia, animais codificados com tokens, monitorados por colares.
ENSINO: Duas iniciativas recentes, no PR e em MG, fortalecem o setor de pesquisa e a formação de profissionais mais próximos da realidade do campo.
EXPOPINDA 2026: Evento organizado pelo Sindicato Rural de Pindamonhangaba destaca qualidade de animais girolando, em mais uma etapa do Circuito Megaleite.
Entre os dias 12 e 18 de outubro de 2026, Uberaba (MG) será novamente palco de um dos principais encontros da pecuária leiteira zebuína brasileira: a 4ª ExpoLeite, promovida pela Associação Brasileira dos Criadores de Zebu (ABCZ), no Parque Fernando Costa.
Um estudo inédito da Cargill Nutrição e Saúde Animal, em parceria com a Universidade de São Paulo (USP) e a Embrapa Gado de Leite, indica que a produção leiteira brasileira apresenta emissão de carbono inferior à registrada no cenário internacional
A 3ª ExpoLeite 2025 segue movimentando o Parque Fernando Costa, em Uberaba (MG), com uma programação intensa dedicada à
https://youtu.be/_Tm8UbycrDI?si=mY0huhVyx7feA4WN Zebu Leiteiro: genética que alimenta o mundo Desde que surgiu como raça adaptada e produtiva, o zebu leiteiro tem
https://youtu.be/j5wWOLEry-A 3ª ExpoLeite destaca genética do Zebu Leiteiro A 3ª ExpoLeite será realizada entre os dias 12 e 18 de
https://www.youtube.com/watch?v=cj_m_JXKsD4 O evento Noite com as Bezerras 2025 reuniu produtores, técnicos e estudantes em uma programação dedicada ao manejo, bem-estar
Sob o olhar e direção da proprietária, Maria Thereza Reis de Oliveira, com boa estrutura e genética apurada,
Com a gestão estruturada e a base da produção ajustada de modo eficiente, a adoção de novas tecnologias se
O Família do Leite é um programa de extensão e pesquisa da Universidade Federal de Viçosa (UFV), vinculado ao
A 3ª ExpoLeite 2025 segue movimentando o Parque Fernando Costa, em Uberaba (MG), com uma programação intensa dedicada à
Nesta 2ª. e última parte, Jonadan Ma, presidente da Comissão de Pecuária de Leite do Sistema Faemg/Senar/Inaes e Sindicatos,
"Se a média do preço do leite no mercado interno brasileiro é superior a 40 centavos de dólar, no
A questão da marcação a fogo e sua substituição pelo botom. Pesquisa que detectou falha nas anotações da marcação
Uma boa gestão e capacitação da equipe são fundamentais para a eficiência do manejo do rebanho segundo os princípios
“Como eu aplico o bem-estar para o animal? É simples, basta você olhar para ele e entender qual o
Você sabe o que é o conceito CowSignal (conversando com as vacas.) e o que pode contribuir para a
O professor da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) e conselheiro do programa AltaCria, Rodrigo Otávio Silva, destaca os
Entre os dias 12 e 18 de outubro de 2026, Uberaba (MG) será novamente palco de um dos principais encontros da pecuária leiteira zebuína brasileira: a 4ª ExpoLeite, promovida pela Associação Brasileira dos Criadores de Zebu (ABCZ), no Parque Fernando Costa.
https://youtu.be/_Tm8UbycrDI?si=mY0huhVyx7feA4WN Zebu Leiteiro: genética que alimenta o mundo Desde que surgiu como raça adaptada e produtiva, o zebu leiteiro tem
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Tecnologia inovadora, automatizada e ágil destinada à pré-ordenha, o RúmiFlow garante tetos desinfetados e estimulados 365 dias no ano. Como
O leite residual que fica nos alvéolos mamários significa prejuízos para o produtor e o risco de
Dez vacas. R$ 120 mil em animais. E uma operação de crédito de R$ 100 mil.
O que aconteceu em uma fazenda leiteira do Paraná mostra como tecnologia e mercado financeiro começam a enxergar de outra maneira um dos principais patrimônios do produtor: o próprio rebanho.
Na Fazenda Engenho Velho, em Imbituva (PR), dez vacas monitoradas digitalmente foram utilizadas como garantia em uma operação de crédito registrada na B3.
E aqui está o detalhe que torna essa história diferente.
O financiador não recebe apenas a informação de que as vacas existem.
Colares inteligentes acompanham dados como saúde, ruminação, comportamento e presença dos animais. Cada vaca é associada a uma identidade digital única, permitindo que a garantia seja individualizada e acompanhada.
Por que isso importa?
A reportagem mostra que uma das dificuldades de usar o gado como garantia é justamente a incerteza de quem financia sobre onde está o animal e em que condições ele se encontra. Essa falta de informação pode significar deságio no valor atribuído ao rebanho e maior custo financeiro.
Agora imagine o que pode acontecer quando dados que já ajudam a administrar a fazenda começam também a ajudar a demonstrar o valor do patrimônio.
É exatamente essa nova fronteira que mostramos na reportagem “Vacas monitoradas garantem operação de crédito ao produtor”, publicada na edição de setembro da Balde Branco.
📖 E você pode ler essa e todas as outras reportagens da revista sem investir um centavo.
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📲 Conhece um produtor de leite que precisa investir na propriedade ou busca novas alternativas de crédito? Encaminhe este post para ele.
Esta é uma informação que vale colocar na roda de conversa.
E quero ouvir quem está do outro lado: você usaria animais do seu rebanho como garantia para financiar investimentos na propriedade?
Set 28
O adubo ficou mais caro. Mas a decisão que pesa no lucro da próxima safra pode começar antes da compra. 🌱
Com fertilizantes minerais mais caros e margens apertadas, cresce o interesse por alternativas que ajudem a reduzir custos sem comprometer a produtividade. Uma delas vem de um lugar que muita gente ainda associa apenas a resíduo: o lodo de esgoto tratado e transformado em fertilizante orgânico composto.
No artigo publicado no site da Balde Branco, o agrônomo Fernando Carvalho Oliveira explica como a compostagem torna esse aproveitamento possível e aponta estudos com ganhos de produtividade em diferentes culturas. Segundo o autor, o uso planejado desses compostos pode reduzir em até 50% a fertilização mineral em algumas culturas.
Mas há um detalhe decisivo para o bolso do produtor: nem toda matéria orgânica passa pelo mesmo tratamento. Entender a diferença entre um produto compostado e registrado e um material sem estabilização adequada pode evitar que uma aparente economia se transforme em prejuízo.
Quanto da sua margem hoje depende do preço do adubo? E o que é preciso avaliar antes de considerar essa alternativa na propriedade?
🔗 Leia o artigo completo no site da Balde Branco.
Conheça os resultados citados, as diferenças entre os materiais e os cuidados que entram nessa decisão.
Set 25
E SE A VACINA CONTRA A MASTITE COMEÇASSE… NA PRÓPRIA FAZENDA?
Parece uma inversão de lógica. Mas é justamente essa a proposta que vem despertando interesse na pesquisa sobre mastite bovina.
Em vez de trabalhar apenas com cepas padronizadas, existe uma estratégia em que as bactérias isoladas do próprio rebanho entram na formulação de uma vacina específica para aquela propriedade.
São as chamadas vacinas autógenas.
O processo começa onde está o problema: amostras de vacas com mastite clínica ou subclínica passam por cultura e identificação dos agentes.
A partir daí, cepas selecionadas podem ser inativadas e utilizadas na produção do imunógeno.
Mas aqui está a questão que realmente interessa ao produtor: isso pode ajudar a mudar o controle da mastite nas fazendas brasileiras?
É justamente uma das respostas que a pesquisa ainda busca.
Um projeto desenvolvido no Instituto Federal Catarinense está investigando a influência dessas vacinas em rebanhos leiteiros brasileiros, inclusive sobre a dinâmica dos agentes causadores da mastite e a resistência aos antimicrobianos.
E existe um ponto fundamental: vacina autógena não é tratamento para a vaca que já está infectada.
É uma ferramenta preventiva e não substitui diagnóstico, higiene de ordenha, manutenção dos equipamentos, manejo, biosseguridade e outras medidas de controle.
📖 Na edição de setembro da Balde Branco, mostramos como essa estratégia funciona, o que já está sendo observado no Brasil e quais perguntas a pesquisa ainda precisa responder.
Acesse gratuitamente a revista eletrônica pelo link da bio e leia a reportagem completa.
📲 E aqui existe um bom motivo para encaminhar este post: se você conhece um produtor ou médico-veterinário que convive com casos recorrentes de mastite, envie esta reportagem para ele.
Na sua propriedade, qual é hoje o maior desafio no controle da mastite: identificar o agente, evitar novos casos ou reduzir as reincidências?
Set 24
Quase 5 vezes mais chance de desenvolver diarreia.
Foi uma das diferenças encontradas por um estudo brasileiro que comparou dois protocolos utilizados no controle da criptosporidiose em bezerras leiteiras.
A pesquisa acompanhou 70 bezerras Holandesas recém-nascidas, naturalmente expostas ao Cryptosporidium parvum, em uma fazenda comercial de Descalvado (SP).
Durante sete dias, 40 animais receberam paromomicina e 30 foram tratados com halofuginona.
🔎 E os resultados chamaram atenção.
Segundo os pesquisadores, o grupo tratado com halofuginona apresentou:
➡️ 4,93 vezes mais chances de desenvolver diarreia;
➡️ 3,4 vezes mais dias com diarreia;
➡️ 1,93 vez mais dias necessitando de terapia de suporte, em comparação ao grupo tratado com paromomicina.
As diferenças também apareceram no desenvolvimento dos animais. Os dois grupos começaram o tratamento com peso médio de 42,9 kg, mas, aos 14 dias, as bezerras que receberam paromomicina apresentaram maior peso corporal, com diferença estatisticamente significativa.
O trabalho foi publicado na revista científica Veterinary and Animal Science e reforça uma questão importante: a criptosporidiose não deve ser observada apenas pela presença do agente, mas também pelos seus impactos clínicos e sobre o desenvolvimento das bezerras.
⚠️ E medicamento é apenas uma parte do controle. Higiene, colostragem, redução da contaminação fecal e monitoramento dos animais continuam fundamentais.
📲 O que exatamente os pesquisadores encontraram e o que esses resultados podem representar para o manejo das bezerras?
Leia a reportagem completa no site da Balde Branco.
👇 A criptosporidiose é um problema no bezerreiro da sua propriedade? Conte sua experiência.
#criptosporidiose #bezerras #pecuárialeiteira #bezerreiro #produçãodeleite
Set 23
O leite brasileiro mudou de endereço — e os números ajudam a entender por quê.
Nas últimas cinco décadas, o Brasil não apenas passou a produzir muito mais leite. A própria geografia da atividade foi redesenhada.
Em 1976, a produção estava fortemente concentrada no Sudeste. Em 2024, o cenário já era outro: o Sul ganhou enorme relevância, novas regiões avançaram e bacias leiteiras tradicionais perderam participação relativa.
Alguns números ajudam a dimensionar essa transformação:
📈 A produção brasileira passou de cerca de 22,6 milhões para 97,9 milhões de litros por dia.
🐄 A produtividade média saltou de 642 para 2.362 litros por vaca/ano — crescimento de aproximadamente 3,7 vezes.
📍 O Paraná passou de 7% para 12,9% da produção nacional.
📍 São Paulo fez o movimento inverso: de 16,8% para 4,2%.
📍 E Pernambuco, Ceará e Sergipe entraram no grupo dos dez maiores produtores.
A grande reflexão talvez esteja justamente aí:
Não foi apenas o leite que mudou de lugar. Mudaram produtividade, tecnologia, organização e competitividade.
Na edição de setembro a Balde Branco, mostra os dados e os mapas dessa transformação na reportagem “A mudança da geografia do leite no Brasil nas últimas cinco décadas”, com informações da Embrapa Gado de Leite.
🟠 E você pode ler essa e todas as demais matérias desta edição sem pagar nada.
Estamos mantendo aberta, por tempo limitado, nossa degustação 0800 da revista digital.
É informação técnica e conhecimento chegando às mãos de quem vive o leite, sem precisar assinar neste momento.
👉 Acesse a edição gratuita e aproveite essa oportunidade.
💬 Agora queremos saber de quem está no campo: na sua região, a produção de leite está crescendo ou perdendo espaço?
📲 Marque ou encaminhe este post para outro produtor da sua região
Set 22
A CHUVA PASSOU. MAS UMA DECISÃO ERRADA AGORA PODE AUMENTAR O PREJUÍZO.
Depois de chuvas intensas ou enchentes, a pressa para voltar às operações é compreensível. Mas a recuperação da área começa por uma atitude simples: avaliar antes de agir.
Segundo orientações do Grupo Técnico de Conservação do Solo e da Água da CATI, entrar com máquinas pesadas enquanto o solo ainda está encharcado, por exemplo, pode agravar a compactação e dificultar ainda mais sua recuperação.
E os danos nem sempre estão visíveis na superfície.
💧 O excesso de água pode alterar as condições físicas, químicas e biológicas do solo, carregar nutrientes e favorecer doenças e pragas.
Entre os cuidados recomendados estão:
• desobstruir canais e valas de drenagem;
• retirar lama e resíduos acumulados;
• verificar erosões, terraços e curvas de nível;
• realizar uma nova análise do solo;
• intensificar o monitoramento de pragas e doenças;
• avaliar o calendário antes de replantar;
• manter ou recompor a cobertura do solo.
🌱 Palhada e plantas de cobertura também podem ser importantes aliadas, ajudando a reduzir erosão, melhorar a estrutura do solo e favorecer a ciclagem de nutrientes.
Em casos de enchentes e temporais, produtores paulistas também podem procurar as Casas da Agricultura e unidades regionais da CATI para orientação sobre danos e medidas de recuperação.
👉 Mas por onde começar e quais cuidados tomar antes de voltar a plantar?
Preparamos uma reportagem com as principais recomendações técnicas para recuperar áreas atingidas e reduzir o risco de novas perdas.
📲 Leia a matéria completa no site da Balde Branco. Link na bio.
E encaminhe este post para um produtor que teve a propriedade atingida pelas chuvas. Uma decisão tomada na hora certa pode evitar mais prejuízo.
#produtorrural #conservaçãodosolo #manejodosolo #agricultura #agro
Set 21
E se o caminho para ganhar mais com o leite não fosse necessariamente produzir mais litros?
Essa é uma das reflexões que ficam depois da entrevista deste mês da Balde Branco com Christophe Faraud, queijeiro e presidente da Associação Paulista de Queijos Artesanais (APQA).
A história dele começou justamente com uma dificuldade conhecida por muitos produtores: trabalhar muito, produzir leite e enfrentar uma conta apertada.
Em 2015, Christophe foi à França aprender com pequenas queijarias tradicionais. Voltou ao Brasil e encontrou na transformação do leite uma nova possibilidade de negócio.
Hoje, ele afirma conhecer casos de produtores que produziam cerca de 500 litros/dia, passaram a produzir menos de 100 litros e, transformando esse leite em queijo, faturam mais e com menor custo.
Dependendo do produto e do canal de venda, o valor equivalente por litro pode chegar a duas, três ou quatro vezes mais.
Mas a entrevista vai além da renda.
Falamos sobre produção artesanal, técnica, regularização, mercado, identidade dos queijos brasileiros e um desafio que mudou nos últimos anos: para muitos produtores, a questão já não é apenas “como me legalizar?”, mas “como chegar ao consumidor?”.
📲 E esta é uma oportunidade especial para conhecer a Balde Branco: por tempo limitado, você pode acessar a edição de setembro como degustação, sem precisar ser assinante.
☎️ E, se quiser continuar recebendo informação como essa, aproveite também nossa condição especial de assinatura pelo 0800.
🔁 Conhece alguém que produz leite e pensa em agregar valor fazendo queijo? Encaminhe esta reportagem para ele.
Às vezes, uma nova possibilidade de negócio começa com uma informação que chegou na hora certa.
#queijoartesanal #produçãodeleite #pecuáriaçeiteira #produtorrural #queijo
Set 18
VOCÊ NÃO PRECISA TER IDO AO AGROLEITE PARA SABER O QUE ACONTECEU POR LÁ.
A Balde Branco preparou uma cobertura especial sobre um dos principais encontros da pecuária leiteira brasileira.
São 30 páginas dedicadas ao Agroleite 2026, mostrando muito mais do que os acontecimentos da feira: mostramos movimentos, tecnologias e projetos que podem chegar às propriedades e influenciar o futuro da produção de leite.
Foram quase 200 mil visitantes, mais de 400 empresas e R$ 612 milhões movimentados em cinco dias.
Mas os números contam apenas uma parte dessa história.
🐄 A evolução da genética Holandesa e Jersey.
🚜 Máquinas e tecnologias cada vez mais próximas da realidade das fazendas.
🌱 Uma Fazenda Modelo inspirada em referências internacionais.
💡 Um Parque Tecnológico pensado para manter a inovação ativa durante todo o ano.
🎓 Conhecimento, sucessão, pesquisa e formação profissional.
📈 E os debates que ajudam a entender para onde está caminhando a pecuária leiteira.
E agora vem uma oportunidade especial:
Estamos abrindo esta edição para você experimentar a Balde Branco.
Sem assinatura. Sem compromisso.
É uma degustação gratuita para você conhecer a revista, explorar nosso Caderno Especial do Agroleite e entender por que informação de qualidade também é uma ferramenta de gestão dentro da propriedade.
Porque quem vive do leite precisa acompanhar não apenas o que está acontecendo hoje, mas também o que pode mudar a atividade amanhã.
📲 Acesse gratuitamente a edição de setembro da Balde Branco.
👉 Aproveite esta janela de acesso e faça sua degustação.
Depois, você decide se quer continuar conosco.
#agroleite2026 #pecuárialeiteira #produçãodeleite #agroleite #agronegócio
Set 17
O FUTURO DO LEITE JÁ ESTÁ SENDO CONSTRUÍDO.
A questão é: você está acompanhando essas mudanças?
A edição de setembro da Balde Branco chega com um olhar especial para o presente e, principalmente, para o que vem pela frente na pecuária leiteira.
Na capa, o Agroleite 2026.
Foram quase 200 mil visitantes, mais de 400 empresas e R$ 612 milhões movimentados. Mas nossa cobertura foi além dos grandes números.
Acompanhamos de perto as tecnologias, os debates, a evolução genética e os projetos apresentados em Castro (PR), onde a Castrolanda celebrou seus 75 anos projetando um futuro no qual pesquisa, inovação e campo estarão cada vez mais conectados.
E a edição 733 traz muito mais.
🐄 Vacas monitoradas digitalmente sendo utilizadas como garantia em uma operação inédita de crédito registrada na B3.
🧬 Novas ferramentas para decisões em genética.
🔬 Pesquisa e alternativas para o controle da mastite.
🎓 Novos ambientes aproximando ensino, pesquisa e a realidade das propriedades.
🧀 E uma entrevista com Christophe Faraud sobre queijo artesanal, agregação de valor e os caminhos desse mercado.
Porque produzir leite hoje também exige informação.
Mercado muda. Tecnologias surgem. Novos modelos de gestão aparecem. E decisões tomadas hoje podem determinar a competitividade da propriedade amanhã.
É esse o papel da Balde Branco há mais de seis décadas: acompanhar a cadeia leiteira para levar ao nosso leitor informação técnica, tendências, mercado, histórias e conhecimento.
📲 Assine a Balde Branco Digital por R$ 80 ao ano e acompanhe, mês após mês, as transformações de um setor que não para de evoluir.
👉 Entre em contato conosco e faça sua assinatura.
Balde Branco. Informação para quem vive o leite e constrói o seu futuro.
#baldebranco #pecuárialeiteira #produçãodeleite #leite #agronegócio
Set 15
O Z da questão: vem aí a 4ª ExpoLeite!
De 12 a 18 de outubro, o Parque Fernando Costa será novamente o grande palco do Zebu leiteiro_
A pecuária zebuína leiteira volta a ter um encontro marcado no Parque Fernando Costa, em Uberaba (MG).
Entre os dias 12 e 18 de outubro, a ABCZ realiza a 4ª ExpoLeite, importante evento do calendário do Zebu brasileiro e da cadeia produtiva de um dos alimentos mais consumidos em todo o mundo.
Set 14



