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Mercado do leite

Edição do mês

Outubro 2026

COMEMORAÇÃO

Balde Branco completa 62 anos de prestação de serviços à cadeia do leite nacional, fortalecendo a atividade e compartilhando conhecimento.

Tudo sob controle!

Uma das duas únicas no Brasil com Certificação em Biosseguridade (CBS), a Fazenda Colorado, em Araras (SP), abre as portas para mostrar boas práticas no controle de enfermidades, uso de antibióticos e redução do descarte de leite. TECNOLOGIA: Sistema de pré-resfriamento reduz o consumo de energia na propriedade, além de contribuir para maior qualidade do leite produzido MERCADO: Iniciativas no RS e em MG mostram como o doce de leite pode agregar valor à produção, seja para atender a nichos de consumo ou valorizar a tradição

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POR TRÁS DA EVOLUÇÃO DO LEITE, EXISTEM PESSOAS QUE DEDICARAM ANOS A FAZER A ATIVIDADE AVANÇAR.

Na pesquisa, dentro das propriedades, na seleção genética ou levando conhecimento técnico a quem produz.

A ABCZ anunciou os cinco homenageados do Mérito ExpoLeite 2026, reconhecimento a trajetórias que contribuíram para o desenvolvimento da cadeia produtiva do leite e da pecuária brasileira.

Nesta edição, serão homenageados:

🏅 Categoria Criador 
• Empresa Estadual de Pesquisa Agropecuária da Paraíba (EMEPA-PB) 
• Jônadan Hsuan Min Ma 
• José Geraldo Vaz de Almeida

🔬 Categoria Pesquisador 
• Aníbal Eugênio Vercesi Filho

🐄 Categoria Técnico 
• Henrique Ferreira Pinheiro

São trajetórias diferentes, mas unidas pelo trabalho em áreas fundamentais para a evolução da atividade: genética, pesquisa, melhoramento, representação dos produtores, assistência técnica e produção.

A homenagem será realizada no dia 15 de outubro, durante a abertura oficial da 4ª ExpoLeite, no Parque Fernando Costa, em Uberaba (MG).

A feira acontece de 12 a 18 de outubro e reunirá diferentes elos da cadeia em uma programação voltada à genética, tecnologia, conhecimento, negócios e desenvolvimento da pecuária leiteira.

👏 Parabéns aos homenageados do Mérito ExpoLeite 2026!

📲 Conhece alguém que trabalha para fazer a pecuária leiteira avançar todos os dias? Encaminhe esta publicação. Reconhecer quem constrói conhecimento e desenvolvimento para o setor também é uma forma de valorizar a cadeia do leite.

📖 Quer conhecer a trajetória completa dos cinco homenageados e todos os detalhes da homenagem? A publicação completa está disponível no site da ABCZ.

Confira no site da ABCZ 
www.abcz.gov.br

4ª ExpoLeite | 12 a 18 de outubro | Uberaba (MG)
O LEITE MUDA. QUEM PRODUZ PRECISA ACOMPANHAR.

A nova edição da Balde Branco já está no ar — e outubro chega com informação para quem quer entender não apenas o que está acontecendo na pecuária leiteira, mas o que pode fazer diferença dentro da propriedade.

🐄 Biosseguridade na prática: entramos na Fazenda Colorado, uma das duas propriedades brasileiras com Certificação em Biosseguridade, para mostrar como prevenção, controle de acesso, protocolos sanitários e uso responsável de antimicrobianos ajudam a proteger o rebanho e o leite.

⚡ Menos energia, mais eficiência: mostramos como o pré-resfriamento pode reduzir o consumo de energia e contribuir para a qualidade do leite.

📊 A produção brasileira está ficando menos sazonal? Dados mostram mudanças importantes na oferta de leite ao longo do ano e ajudam a entender como tecnologia, gestão e sistemas de produção estão transformando essa dinâmica.

🧬 Genética que precisa virar resultado: Leonardo Avelar conta como a Fazenda Campo Alegre / LLA Girolando construíram um trabalho que lidera há cinco anos consecutivos o índice PTA/GPTA Leite da raça.

🧀 E tem mais: queijo como oportunidade para pequenos produtores, reprodução, gestão, Expointer, Itanhandu, ExpoLeite e outros assuntos que estão movimentando o setor. 

🎂 Tudo isso em uma edição especial: a Balde Branco completa 62 anos levando informação e conhecimento para a cadeia do leite.

E temos uma oportunidade especial para nossos leitores: um número limitado de assinaturas será disponibilizado como brinde. 🎁

👉 Siga a Balde Branco e mantenha-se atualizado sobre o que realmente importa para quem vive do leite.

Faça esta informação chegar mais longe: encaminhe esta publicação para um produtor, técnico ou profissional do setor que também precisa estar por dentro das novidades do mercado do leite.

Informação compartilhada também fortalece a cadeia.
Ela estava prenhe no primeiro diagnóstico. Algumas semanas depois, apareceu vazia. Entre um ultrassom e outro, existe uma perda que pode estar passando despercebida na fazenda.

E os números mostram que o problema merece atenção.

Uma meta-análise publicada em 2023, reunindo 19.723 registros de diagnóstico de gestação em vacas leiteiras, encontrou perdas médias de 13% entre 30 e 45 dias de gestação e de 7% entre 45 e 60 dias.

Na prática, isso ajuda a explicar uma situação frustrante: a vaca é diagnosticada como prenhe, muitas vezes por volta dos 28 dias após a inseminação, mas chega vazia à reconfirmação.

O prejuízo não termina naquela gestação.

Pode significar nova inseminação ou cobertura, mais dias em aberto, atraso até uma nova concepção e impacto no planejamento produtivo.

E existe outro ponto importante: a vaca vazia é o sinal. Não necessariamente a causa.

Estresse térmico, nutrição, manejo, alterações hormonais e genéticas, prenhez gemelar e problemas sanitários podem estar envolvidos. Entre as enfermidades que merecem investigação estão IBR, BVDV, leptospirose e campilobacteriose, além de outros agentes.

Por isso, quando o problema se repete, olhar apenas para a taxa de prenhez pode esconder parte da história. Também é preciso saber quantas dessas gestações chegam à reconfirmação.

Em artigo publicado na Balde Branco, o médico-veterinário Paulo Godoi, coordenador de Território Pecuarista Paraná da Biogénesis Bagó, explica por que a “vaca vazia” pode ser apenas a ponta do iceberg — e quais fatores precisam entrar na investigação.

📖 Leia a matéria completa no site da Balde Branco

📲 Conhece um produtor ou profissional que enfrenta perdas reprodutivas no rebanho? Encaminhe este conteúdo. Entender onde a gestação está sendo perdida pode ser o começo de uma investigação importante.

Na sua propriedade, vocês fazem a reconfirmação da prenhez? Com quantos dias?
Genética, tecnologia, negócios e mais de 700 animais esperados. De 12 a 18 de outubro, Uberaba volta suas atenções para o leite.

A 4ª ExpoLeite, promovida pela ABCZ no Parque Fernando Costa, chega com uma programação que vai muito além das pistas.

E uma das novidades mostra para onde está caminhando a seleção dos rebanhos: segundo a ABCZ, todas as raças zebuínas leiteiras passam a contar com avaliação genômica, ampliando as informações disponíveis para a tomada de decisão dos criadores.

O PMGZ Leite também passa a realizar duas avaliações genéticas por ano, com um fluxo de dados mais rápido para entregar resultados aos produtores.

Na pista e nos negócios, a movimentação promete ser grande.

🥛 Concurso Leiteiro com Gir Leiteiro, Guzerá e Girolando;
🐂 mostras de Sindi e Guzolando;
🔨 oito leilões oficiais previstos;
🧬 julgamentos, genética e tecnologia;
🎓 palestras e atividades técnicas;
🌎 intercâmbio com profissionais de outros países.

E tem mais: simultaneamente, o Parque Fernando Costa receberá a 55ª Expoinel, 22ª ExpoBrahman e 19ª ExpoGuzerá, ampliando o encontro entre criadores, técnicos, empresas e pesquisadores.

📖 Quer saber o que vai acontecer na 4ª ExpoLeite? A Balde Branco reuniu os destaques, novidades e informações sobre a programação. Leia a matéria completa em nosso site — link na bio.

📲 Conhece um criador, produtor, técnico ou estudante que pode aproveitar essa semana de genética e conhecimento em Uberaba? Encaminhe este post para ele.

E para quem acompanha genética leiteira: qual raça você quer ver em destaque nesta ExpoLeite?
O LEITE SEGUROU O PREÇO. MAS O MERCADO JÁ ESTÁ MUDANDO.

Em agosto, o produtor recebeu, na Média Brasil líquida, R$ 2,8869/litro, segundo o Cepea/Esalq-USP. 

O valor ficou praticamente estável: alta real de 0,7% sobre julho e de 9,18% frente a agosto de 2025.

Mas quem acompanha o mercado não pode olhar apenas para o preço de hoje.

O preço conta o presente. A oferta ajuda a contar o que pode vir depois.

E os sinais merecem atenção.

🐄 A captação de leite avançou 3,86% de julho para agosto, puxada principalmente pela recuperação da produção no Sul.

📈 Ao mesmo tempo, o Custo Operacional Efetivo subiu 0,63%, com os concentrados avançando 1,2%.

🌎 As importações recuaram 2,54% no mês, mas ainda somaram 230,3 milhões de litros em equivalente-leite — volume quase 40% superior ao de agosto de 2025. Só o leite em pó respondeu por 72,3% das importações.

E é aqui que o cenário muda.
Com mais leite disponível no mercado interno, avanço da safra no Sul e importações ainda elevadas, o Cepea aponta expectativa de recuo das cotações do leite cru em setembro e continuidade desse movimento em outubro. 

Ou seja: o preço de agosto ficou praticamente parado. As forças que podem pressionar os próximos pagamentos, não.

📲 Conhece outro produtor, técnico ou profissional do leite que também precisa acompanhar o que está acontecendo no mercado? Compartilhe este post com ele. Informação de mercado também entra na conta da fazenda.

📍 Agora queremos comparar o Brasil real com a média: quanto você recebeu pelo litro no último pagamento? Diga também sua cidade e estado.

Fonte: Cepea/Esalq-USP — 30/09/2026.
O agro evolui rápido. Mas quem vai trabalhar nele está sendo preparado perto o suficiente da realidade da fazenda?

Essa pergunta está por trás de um projeto que acaba de ganhar forma em um dos territórios mais tradicionais da pecuária brasileira.

Em Uberaba (MG), a Universidade de Uberaba inaugurou a Cidade do Agro e o novo Hospital Veterinário, criando um ecossistema que pretende colocar no mesmo ambiente estudantes, pesquisadores, produtores rurais, empresas, cooperativas, instituições financeiras, entidades e poder público. 

A dimensão chama atenção.

São mais de 500 mil m² envolvidos no projeto, mais de 30 empresas parceiras e investimentos da universidade e do setor privado que já ultrapassam R$ 65 milhões. 

Mas talvez o número mais importante não esteja em metros quadrados ou reais investidos.

Está na tentativa de encurtar a distância entre conhecimento e prática.

A proposta é fazer com que problemas encontrados no campo possam chegar à universidade e se transformar em pesquisa e soluções — enquanto os estudantes convivem mais de perto com aquilo que encontrarão depois de formados.

E o Hospital Veterinário materializa parte dessa ideia. São mais de 8 mil m² de área construída, atendimento a pequenos e grandes animais e espécies silvestres, centro cirúrgico capaz de realizar até cinco procedimentos simultaneamente, estrutura de recuperação para grandes animais e recursos voltados à formação prática dos estudantes. 

Como resume Flávio Garcia Sartori, diretor executivo acadêmico da Uniube e diretor do Hospital Veterinário, o desafio não é apenas desenvolver mais tecnologia: é formar pessoas capazes de utilizá-la. 

📖 Nosso repórter Erick Henrique esteve em Uberaba e mostra, na edição de setembro da Balde Branco, por dentro dessa nova estrutura e o que ela pretende representar para a formação dos profissionais do agro.

E aqui eu manteria a estratégia que estamos usando nesta edição:

Você pode acessar esse conteúdo e muito mais com investimento zero: assine gratuitamente a Balde Branco eletrônica por 1 ano pelo link da bio.

📲 Encaminhei a um estudante de Veterinária, Agronomia, Zootecnia ou alguém que está escolhendo uma profissão no agro.
Quando a dívida aperta, a pergunta mais urgente costuma ser: “o que eu faço agora?”

Mas talvez exista uma pergunta que precise vir antes:
por que a propriedade chegou a essa situação — e qual é a verdadeira dimensão do problema?

Uma quebra de safra pode comprometer temporariamente o caixa. Uma atividade que há anos não consegue gerar receita suficiente para cobrir custos e financiamentos enfrenta outro tipo de crise. 

Tratar as duas situações da mesma maneira pode simplesmente empurrar o problema para a frente.

Em artigo publicado no site da Balde Branco, a advogada Clicia Vecchini Paschoal, do escritório Reis Advogados, explica as diferenças e os cuidados envolvidos em três caminhos que costumam aparecer nesses momentos: prolongamento da dívida, renegociação e recuperação judicial.

E há detalhes que podem mudar completamente a análise.

Nem toda dívida assumida por um produtor é necessariamente crédito rural. 

Uma renegociação que reduz a parcela agora pode criar uma obrigação mais longa ou onerosa. 

E a recuperação judicial pode reorganizar parte do passivo, mas não significa que todas as obrigações ficarão suspensas — nem garante os recursos necessários para manter o próximo ciclo produtivo.

Por isso, antes de escolher o instrumento, é necessário colocar a situação no papel: quanto se deve, para quem, quando vence, quais garantias estão comprometidas, quais contratos estão envolvidos e quanto dinheiro será necessário para continuar produzindo.

O objetivo não deveria ser apenas ganhar prazo. É construir condições para que a atividade volte a gerar receita e consiga sustentar os compromissos assumidos.

📲 Conhece um produtor que está enfrentando dificuldades com dívidas ou tentando reorganizar financeiramente a propriedade? 

Encaminhe esta reportagem para ele. 

Talvez a informação mais importante neste momento seja justamente entender que existem caminhos diferentes — e que a escolha começa pelo diagnóstico.

📖 Leia “Endividamento rural: antes de escolher o remédio, é preciso compreender a crise” no site da Balde Branco.

Na sua opinião, qual é hoje a maior dificuldade financeira de quem produz?
Dez vacas. R$ 120 mil em animais. E uma operação de crédito de R$ 100 mil.

O que aconteceu em uma fazenda leiteira do Paraná mostra como tecnologia e mercado financeiro começam a enxergar de outra maneira um dos principais patrimônios do produtor: o próprio rebanho.

Na Fazenda Engenho Velho, em Imbituva (PR), dez vacas monitoradas digitalmente foram utilizadas como garantia em uma operação de crédito registrada na B3.

E aqui está o detalhe que torna essa história diferente.

O financiador não recebe apenas a informação de que as vacas existem.

Colares inteligentes acompanham dados como saúde, ruminação, comportamento e presença dos animais. Cada vaca é associada a uma identidade digital única, permitindo que a garantia seja individualizada e acompanhada.

Por que isso importa?

A reportagem mostra que uma das dificuldades de usar o gado como garantia é justamente a incerteza de quem financia sobre onde está o animal e em que condições ele se encontra. Essa falta de informação pode significar deságio no valor atribuído ao rebanho e maior custo financeiro.

Agora imagine o que pode acontecer quando dados que já ajudam a administrar a fazenda começam também a ajudar a demonstrar o valor do patrimônio.

É exatamente essa nova fronteira que mostramos na reportagem “Vacas monitoradas garantem operação de crédito ao produtor”, publicada na edição de setembro da Balde Branco.

📖 E você pode ler essa e todas as outras reportagens da revista sem investir um centavo.

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📲 Conhece um produtor de leite que precisa investir na propriedade ou busca novas alternativas de crédito? Encaminhe este post para ele. 

Esta é uma informação que vale colocar na roda de conversa.

E quero ouvir quem está do outro lado: você usaria animais do seu rebanho como garantia para financiar investimentos na propriedade?
O adubo ficou mais caro. Mas a decisão que pesa no lucro da próxima safra pode começar antes da compra. 🌱

Com fertilizantes minerais mais caros e margens apertadas, cresce o interesse por alternativas que ajudem a reduzir custos sem comprometer a produtividade. Uma delas vem de um lugar que muita gente ainda associa apenas a resíduo: o lodo de esgoto tratado e transformado em fertilizante orgânico composto.

No artigo publicado no site da Balde Branco, o agrônomo Fernando Carvalho Oliveira explica como a compostagem torna esse aproveitamento possível e aponta estudos com ganhos de produtividade em diferentes culturas. Segundo o autor, o uso planejado desses compostos pode reduzir em até 50% a fertilização mineral em algumas culturas.

Mas há um detalhe decisivo para o bolso do produtor: nem toda matéria orgânica passa pelo mesmo tratamento. Entender a diferença entre um produto compostado e registrado e um material sem estabilização adequada pode evitar que uma aparente economia se transforme em prejuízo.

Quanto da sua margem hoje depende do preço do adubo? E o que é preciso avaliar antes de considerar essa alternativa na propriedade?

🔗 Leia o artigo completo no site da Balde Branco. 

Conheça os resultados citados, as diferenças entre os materiais e os cuidados que entram nessa decisão.
E SE A VACINA CONTRA A MASTITE COMEÇASSE… NA PRÓPRIA FAZENDA?

Parece uma inversão de lógica. Mas é justamente essa a proposta que vem despertando interesse na pesquisa sobre mastite bovina.

Em vez de trabalhar apenas com cepas padronizadas, existe uma estratégia em que as bactérias isoladas do próprio rebanho entram na formulação de uma vacina específica para aquela propriedade.

São as chamadas vacinas autógenas.

O processo começa onde está o problema: amostras de vacas com mastite clínica ou subclínica passam por cultura e identificação dos agentes. 

A partir daí, cepas selecionadas podem ser inativadas e utilizadas na produção do imunógeno.
 
Mas aqui está a questão que realmente interessa ao produtor: isso pode ajudar a mudar o controle da mastite nas fazendas brasileiras?

É justamente uma das respostas que a pesquisa ainda busca. 

Um projeto desenvolvido no Instituto Federal Catarinense está investigando a influência dessas vacinas em rebanhos leiteiros brasileiros, inclusive sobre a dinâmica dos agentes causadores da mastite e a resistência aos antimicrobianos.
 
E existe um ponto fundamental: vacina autógena não é tratamento para a vaca que já está infectada. 

É uma ferramenta preventiva e não substitui diagnóstico, higiene de ordenha, manutenção dos equipamentos, manejo, biosseguridade e outras medidas de controle. 

📖 Na edição de setembro da Balde Branco, mostramos como essa estratégia funciona, o que já está sendo observado no Brasil e quais perguntas a pesquisa ainda precisa responder.

Acesse gratuitamente a revista eletrônica pelo link da bio e leia a reportagem completa.

📲 E aqui existe um bom motivo para encaminhar este post: se você conhece um produtor ou médico-veterinário que convive com casos recorrentes de mastite, envie esta reportagem para ele.

Na sua propriedade, qual é hoje o maior desafio no controle da mastite: identificar o agente, evitar novos casos ou reduzir as reincidências?
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