Produtores se manifestam nas redes sociais sobre fornecimento precário de energia elétrica

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Foto: Jhon Willian Tedeschi - A Hora

Produtores que não têm condições de contar com geradores ou de produzir energia elétrica em suas propriedades ficam à mercê do fornecimento das concessionárias e, pelos relatos recebidos em nosso perfil do Instagram, este fornecimento não é satisfatório

Produtores se manifestam nas redes sociais sobre fornecimento precário de energia elétrica

Por Diego Taketsugu

“Triste realidade para o sofrido produtor” este comentário sintetiza bem o sentimento do produtor em relação ao tema tratado na matéria da edição de março da Revista Balde Branco sobre os prejuízos que produtores vêm tendo por conta do abastecimento precário de energia elétrica.

Em apoio à divulgação da matéria fizemos um post em nosso perfil do Instagram sobre o tema (https://www.instagram.com/p/Cbe-6Z0LOOo/?utm_source=ig_web_copy_link) . Ocorre que, na postagem, que alcançou mais de 7 mil pessoas de maneira orgânica e recebemos diversos relatos de situações complicadas por todo o Brasil, por meio de 19 comentários, o que ilustra os pontos levantados na matéria.

Produtores que não têm condições de contar com geradores ou de produzir energia elétrica em suas propriedades ficam à mercê do fornecimento das concessionárias e, pelos relatos recebidos em nosso perfil do Instagram, este fornecimento não é satisfatório. Nos comentários da postagem, se manifestaram produtores de Baldim-MG, Guaratinguetá-SP, Paraíba do Sul-RJ e Luziânia-GO, sem contar aqueles que não citaram suas cidades.

O problema parece ser de abrangência nacional e não apenas uma questão local com uma concessionária ou um pequeno grupo delas e os proprietários relatam prejuízos significativos, como o comentário da conta @tuliocesar.carneirofilho explicita: “Sem falar outro fator peculiar, na minha propriedade a média de energia que a @enelbrasil me cobrava era de R$ 300,00. As duas últimas faturas vieram em R$ 1.800,00 e R$ 2.700,00. Contratei um eletricista particular para ver se havia fuga de energia e nada foi constatado. Resumindo minha situação: quedas de energia constantes com valor astronômico.”

Para entender mais sobre o assunto, a gravidade e abrangência do problema e seus reflexos na cadeia produtiva do leite, leia a íntegra da matéria na edição de março da Revista Balde Branco através da versão impressa ou digital https://digital.baldebranco.com.br/sumario-edicao-683/.

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