Com retomada no RS, Nestlé reforça estratégia e amplia produção de soro de leite até 2029

Unidade de Carazinho projeta ampliar em 15% a produção de ingrediente estratégico para fórmulas infantis, em linha com crescimento do negócio de Nutrição Infantil no país

Após cinco anos, a Nestlé volta a operar no Rio Grande do Sul ao reassumir o controle de uma fábrica de soro de leite em Carazinho, que já integrou sua operação. A planta produz o principal ingrediente para a fabricação de fórmulas infantis e, com a retomada, a companhia planeja ampliar em 15% a produção desse insumo até 2029, em linha com a estratégia de expansão de seu negócio de Nutrição Infantil no país. Para reassumir a unidade, foram investidos mais de R$ 60 milhões.

“A retomada da operação em Carazinho marca um avanço importante para a Nestlé, ao nos manter ainda mais próximos da produção de um ingrediente essencial para fórmulas infantis. O soro de leite produzido na unidade está presente em cerca de 90% do portfólio de Nutrição fabricado no Brasil e é fundamental para garantir a qualidade dos nossos produtos. Como líderes na categoria, seguimos comprometidos em oferecer soluções nutricionais adequadas para cada fase da vida do bebê, com fórmulas desenvolvidas a partir da ciência do leite materno”, afirma Marcelo Citrangulo, Diretor Executivo de Nutrição na Nestlé Brasil.

A unidade de Carazinho já integrou o parque industrial da Nestlé no passado. Em 2010, a companhia passou a produzir, no complexo, diferentes itens lácteos e implantou uma operação dedicada ao soro de leite. Em 2020, como parte da estratégia de foco em categorias de maior valor agregado, a empresa vendeu a operação de produtos lácteos, incluindo, de forma temporária, o licenciamento das marcas Ninho e Molico para a produção de leite UHT.

Para retomar a produção de soro de leite, a companhia realizou uma série de adequações técnicas na planta — um processo comparável à construção de uma nova fábrica, dada a complexidade tecnológica envolvida nesse tipo de operação.

A unidade volta a operar com base na infraestrutura desenvolvida pela própria Nestlé há mais de 15 anos, incluindo tecnologia proprietária que reforça o know-how industrial da companhia e sua capacidade de produzir localmente insumos críticos para categorias essenciais, como a nutrição infantil.

 

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