{"id":5789,"date":"2017-11-23T14:51:36","date_gmt":"2017-11-23T16:51:36","guid":{"rendered":"https:\/\/baldebranco.com.br?p=5789"},"modified":"2017-11-23T14:51:36","modified_gmt":"2017-11-23T16:51:36","slug":"como-escolher-milho-para-silagem","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/baldebranco.com.br\/portal\/como-escolher-milho-para-silagem\/","title":{"rendered":"Como escolher milho para silagem"},"content":{"rendered":"<p><em>A escolha de cultivares de milho para produ\u00e7\u00e3o de silagem envolve diferentes par\u00e2metros. Um recente estudo da Apta identifica algumas das melhores op\u00e7\u00f5es<\/em><\/p>\n<p><!--more--><\/p>\n<p><strong>Por Solidete de F\u00e1tima Paziani*<\/strong><\/p>\n<p>Apesar de o milho ser uma cultura tradicionalmente consolidada e indicada para a produ\u00e7\u00e3o de silagem, nem todas as cultivares dispon\u00edveis no mercado s\u00e3o voltadas para esta finalidade. Al\u00e9m disso, todos os anos s\u00e3o lan\u00e7adas novas cultivares, e estas precisam ser avaliadas quanto \u00e0 sua produtividade e qualidade nutricional, considerando sua adaptabilidade regional, uma vez que intera\u00e7\u00f5es ambientais podem promover desempenhos diferentes de uma mesma cultivar de acordo com o ambiente de produ\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>H\u00e1 mais de duas d\u00e9cadas a Apta- Ag\u00eancia Paulista de Tecnologia dos Agroneg\u00f3cios, atrav\u00e9s dos Polos Regionais, do Instituto Agron\u00f4mico de Campinas e da Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz, em parceria com as empresas de se\u00acmentes, avalia as cultivares de milho para silagem no estado de S\u00e3o Paulo, visando indicar as mais adaptadas \u00e0 tal produ\u00e7\u00e3o de forragem. No \u00faltimo ano, o trabalho contou com a parceria do laborat\u00f3rio 3RLab na estimativa dos par\u00e2metros bromatol\u00f3gicos.<\/p>\n<p>Na safra 2016\/17 foram instalados experimentos nas unidades da Apta em Mococa, Tatu\u00ed e Votuporanga, sendo avaliadas 18 cultivares de milho. Os ensaios foram semeados entre 11 e 17 de novembro de 2016, com espa\u00e7amento de 80 cm entre linhas e popula\u00e7\u00e3o inicial de 62.500 plantas\/ha.<\/p>\n<p>A aduba\u00e7\u00e3o foi realizada conforme recomenda\u00e7\u00f5es t\u00e9cnicas do Boletim IAC 200 (2014) para a cultura do milho para silagem em cada regi\u00e3o, visando alcan\u00e7ar o m\u00e1ximo de produtividade e repor os nutrientes extra\u00eddos do solo, considerando que no cultivo para silagem a extra\u00e7\u00e3o de nutrientes \u00e9 maior do que em uma cultura destinada para gr\u00e3os.<\/p>\n<p>Tamb\u00e9m na safra 2016\/2017 a produtividade m\u00e9dia do milho, em mat\u00e9ria seca (MS) por hectare, foi de 15,6 t\/ha em Mococa, 21,8 t\/ha em Tatu\u00ed e 19,6 t\/ha em Votuporanga. O teor m\u00e9dio de MS na colheita foi de 33%. Na safra anterior, 2015\/2016, as produtividades m\u00e9dias foram de 12,2 t MS\/ha em Mococa, 17,2 em Tatu\u00ed e 17,3 em Votuporanga, por ter sido mais prejudicada por fatores clim\u00e1ticos adversos.<\/p>\n<p><em>*Deste texto, participaram, al\u00e9m da autora, Solidete de F\u00e1tima Paziani, do Polo Regional APTA de Pindorama-SP, os seguintes pesquisadores: Aildson Pereira Duarte (IAC, Campinas-SP), Luiz Gustavo Nussio (USP\/ Esalq, Piracicaba-SP), Rog\u00e9rio Soares de Freitas (IAC, Votuporanga- SP), Paulo Boller Gallo (Polo Regional APTA, Mococa-SP) e Marcelo Ticelli (Polo Regional APTA , Tatui-SP).<\/em><\/p>\n<p>&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8211;<br \/>\n<em>Leia a \u00edntegra desta mat\u00e9ria na edi\u00e7\u00e3o Balde Branco 637, de novembro 2017<\/em><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A escolha de cultivares de milho para produ\u00e7\u00e3o de silagem envolve diferentes par\u00e2metros. 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