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Segun­do a Com­pa­nhia, a solu­ção de peró­xi­do de hidro­gê­nio remo­ve o bio­fil­me do sis­te­ma de for­ne­ci­men­to de água e desin­fe­ta sem alte­rar o seu gos­to, man­ten­do o sis­te­ma lim­po por um ano

Auster Nutrição Animal oferece Hydrocare

Para obter a máxi­ma per­for­man­ce das fême­as jovens, a Aus­ter tam­bém con­ta com a linha Nat­ti­milk de suce­dâ­ne­os lác­te­os de alto valor bio­ló­gi­co, com todo os nutri­en­tes neces­sá­ri­os para o des­ma­me com­ple­to e efi­ci­en­te. A linha Nat­ti­milk é com­pos­ta por maté­ri­as-pri­mas de alto valor bio­ló­gi­co, cons­ti­tuí­das por vita­mi­nas do com­ple­xo A, D, E, com­ple­xo B, lisi­na, meti­o­ni­na e fla­vo­mi­ci­na, e con­ta com ingre­di­en­tes que melho­ram a saú­de intes­ti­nal e o desen­vol­vi­men­to rumi­nal das bezer­ras. A linha Nat­ti­milk pro­por­ci­o­na aumen­to no ganho de peso, melhor sani­da­de, redu­ção da ida­de ao pri­mei­ro par­to, recei­ta adi­ci­o­nal com ven­da de lei­te e mai­or pro­du­ção de lei­te na vida pro­du­ti­va.

Má qua­li­da­de da água afe­ta o desen­vol­vi­men­to e a pro­du­ti­vi­da­de das bezer­ras

A água é um insu­mo fun­da­men­tal para qual­quer espé­cie ani­mal. Tão impor­tan­te quan­to a pró­pria subs­tân­cia está sua qua­li­da­de que, mui­tas vezes, é negli­gen­ci­a­da. “No caso de bezer­ras, a ofer­ta de água de qua­li­da­de infe­ri­or pode redu­zir em 31% o con­su­mo de con­cen­tra­do e em até 38% o ganho de peso, além de afe­tar a inges­tão de suce­dâ­neo”, expli­ca o médi­co vete­ri­ná­rio João Fran­cis­co Var­gas, repre­sen­tan­te téc­ni­co de ven­das da Aus­ter Nutri­ção Ani­mal.

“A água é essen­ci­al para o desen­vol­vi­men­to rumi­nal, já que a micro­bi­o­ta do rúmen se desen­vol­ve em meio aquo­so e, enquan­to o lei­te toma o cami­nho do abo­ma­so, a água flui para o rúmen. Com isso, a água for­ne­ci­da às bezer­ras pode afe­tar o desen­vol­vi­men­to do rúmen e o esta­be­le­ci­men­to da sua micro­bi­o­ta, alte­ran­do seu pH e a pas­sa­gem dos ali­men­tos, fazen­do com que a vaca não desen­vol­va todo seu poten­ci­al pro­du­ti­vo”, elu­ci­da Var­gas.

A que­da da pro­du­ti­vi­da­de dos ani­mais é ape­nas um dos pro­ble­mas da ofer­ta de água de qua­li­da­de ina­de­qua­da. Está aber­ta, tam­bém, a por­ta para o apa­re­ci­men­to de infec­ções, já que os sis­te­mas de for­ne­ci­men­to de água sofrem a ação de bio­fil­me micro­bi­o­ló­gi­co e orgâ­ni­co.

João Fran­cis­co Var­gas expli­ca que a água con­tri­bui com 80% do peso vivo das bezer­ras e até 70% das vacas. “Com isso, qual­quer per­da de água, seja por bai­xo con­su­mo ou diar­reia, pode oca­si­o­nar desi­dra­ta­ção de for­ma rápi­da nas bezer­ras. Ain­da temos de con­si­de­rar que, nes­ta fase, o sis­te­ma imu­no­ló­gi­co dos ani­mais não está total­men­te desen­vol­vi­do, tor­nan­do-os mais sus­ce­tí­veis a infec­ções”, afir­ma o espe­ci­a­lis­ta da Aus­ter.

Entre os prin­ci­pais con­ta­mi­nan­tes orgâ­ni­cos da água estão E. coli, coli­for­mes fecais, bac­té­ri­as hete­ro­tró­fi­cas e bac­té­ri­as ter­mo­to­le­ran­tes, que estão agre­ga­dos ao bio­fil­me que se for­ma no sis­te­ma de for­ne­ci­men­to de água, sen­do todos cau­sa­do­res de qua­dros de diar­rei­as que, quan­do ocor­rem na fase de alei­ta­men­to, podem levar à desi­dra­ta­ção, per­da de desen­vol­vi­men­to e até óbi­to. “Já as bezer­ras que se recu­pe­ram des­ses qua­dros diar­rei­cos têm seu desen­vol­vi­men­to atra­sa­do e não atin­gi­rão mais seu poten­ci­al gené­ti­co total”.

João Fran­cis­co Var­gas infor­ma que a água deve ser ofer­ta­da para livre deman­da des­de o pri­mei­ro dia de vida, deven­do ser “visu­al­men­te lím­pi­do, sem sóli­dos par­ci­al­men­te dis­sol­vi­dos (res­tos de comi­da). Reco­men­da-se que a água tenha pH entre 6 e 8,4 e, no máxi­mo, 0,1 coli­for­mes fecais totais por 100ml e 1.000 bac­té­ri­as totais por 100ml”.

Fon­te: Asses­so­ria de Comu­ni­ca­ção da Aus­ter Nutri­ção Ani­mal

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