Casale investe 5 milhões em centros de distribuição de peças e aposta na excelência do pós-venda

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Nova fase está prevista para 2025 no Pará, Mato Grosso e Goiás; primeira etapa, em 2024, contemplou Minas Gerais, Paraná, Rondônia e Bahia

Casale anuncia a estruturação de três novos postos avançados de distribuição de peças em 2025, sendo dois de fábrica e um com revenda parceira regional. Em movimento desde 2023, o projeto deve totalizar R$ 5 milhões em investimentos até o final de 2025. A proposta segue o posicionamento da empresa de excelência no atendimento, com o objetivo de agilizar o acesso ao cliente, aumentando ainda mais a confiança do produtor.

Os centros de distribuição ficarão localizados em pontos estratégicos do Pará, Mato Grosso e Goiás. Na primeira fase do projeto, concluída em 2024, foram estruturados quatro P.A.’s de revendas localizadas em Minas Gerais, Paraná, Rondônia, Bahia, além do Centro de Distribuição da fábrica em São Carlos. Nos postos de revenda, os parceiros da Casale são responsáveis pela gestão de estoque e logística. Já nos de fábrica, a Casale é a responsável pelas operações logísticas.

“Esta expansão tem como foco aumentar a capilaridade da marca e, acima de tudo, melhorar a experiência do cliente. Temos bastante contato com nosso público e observamos a necessidade de mais proximidade nessas regiões”, comenta Jaqueline Casale, diretora comercial e de marketing da empresa. “Será um facilitador tanto no processo de compra quanto no atendimento, de forma mais direta e descomplicada”.

Além dos novos postos, a Casale reforça a relação com o consumidor também por meio dos revendedores que compõem a rede de distribuição da marca, das visitas técnicas direto no produtor e da presença em feiras e eventos do meio agro em todo o Brasil, trazendo lançamentos e inovações em equipamentos e sistemas para o campo.

“Qualidade, robustez e pioneirismo são os três pilares da Casale, e tudo isso se traduz em proximidade com o produtor. Precisamos ouvir o que eles precisam, do que sentem falta, o que ainda não existe ou pode melhorar. A partir daí conseguimos criar estratégias que façam sentido para o mercado. No fim, este projeto de expansão é mais um movimento em direção ao produtor, e é só o começo”, conclui Jaqueline.

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