Chemitec apresenta dicas de prevenção da mastite com tratamento no período seco

Intervalo entre o fim da lactação e o próximo parto é o momento ideal para tratar a mastite subclínica e garantir a saúde do rebanho

Um dos principais problemas da bovinocultura de leite é a mastite. Considerada uma das principais enfermidades que afetam o gado leiteiro, a doença traz prejuízos para a indústria leiteira de todo o mundo e requer atenção redobrada dos produtores. A Chemitec Agro-Veterinária, empresa especializada em medicamentos e soluções inovadoras para a saúde de pequenos e grandes animais, apresenta dicas de manejo, principalmente no período seco, para ajudar na prevenção do problema. 
Gabriel Piccin“A mastite bovina, além de prejudicar a saúde dos animais, pode gerar uma série de prejuízos à produção. Estudos globais mostram que as perdas causadas pela doença ficam entre US$ 19,7 bilhões e US$ 30 bilhões por ano. Assim, investir na prevenção da doença, principalmente no período de vaca seca, é o melhor caminho para garantir a saúde do rebanho e, consequentemente, a qualidade do leite e os níveis de produção”, ressalta Gabriel Krause Piccin, médico-veterinário e gerente regional da Chemitec.
mastite é uma inflamação do tecido da glândula mamária e tem como principal causa a infecção por bactérias, podendo também ser causada por fungos, algas ou leveduras. Os danos causados por esses microrganismos vão desde a diminuição da produção de leite até, dependendo do caso, a morte do animal. “E o ambiente ao qual o animal está exposto é um dos principais fatores de risco para aumentar a gravidade do problema”, alerta Piccin.
Segundo o veterinário, quando o foco é a prevenção de doenças, questões como a higiene do ambiente e dos equipamentos de ordenha, o manejo e a qualidade da alimentação são fatores básicos que já devem fazer parte do dia a dia da produção. “O produtor precisa sempre manter o ambiente limpo, com cama seca e boa ventilação. Também é preciso evitar a superlotação e manter as vacas secas separadas das vacas em lactação. Estes cuidados são importantes sempre, mas no período seco, se não colocados em prática, podem comprometer toda a produção”, observa.
De acordo com o especialista, entre 40% e 60% das novas infecções podem acontecer neste intervalo. “O período seco compreende de 45 a 60 dias antes do parto e é considerado um intervalo crítico para o produtor, pois os tecidos do úbere passam por uma grande reorganização e o canal do teto não está totalmente selado”, observa.
O produtor também deve fazer sempre o controle da CCS (Contagem de Células Somáticas). De acordo com os níveis observados, pode-se adotar a terapia de vaca seca em todo o rebanho ou somente nas vacas que já tiveram a doença ou que estão com a CCS muito elevada. Neste caso, a recomendação é o uso de antibiótico intramamário no momento da secagem.
“O antibiótico intramamário é recomendado para tratamento da mastite subclínica no período seco e para prevenir o desenvolvimento da mastite clínica, no período de lactação. O veterinário poderá recomendar o melhor produto para prevenir e tratar a doença, aproveitando este período entre o fim da lactação e o próximo parto”, observa.
A Chemitec, há 30 anos no mercado agro-veterinário, possui um medicamento específico para ajudar os produtores no período seco. O Antibiótico Gentatec Vaca Seca foi desenvolvido exatamente para a prevenção e tratamento das mastites fora do período de lactação.Gentatec vaca seca O antibiótico possui como princípio ativo a gentamicina. Trata-se de um aminoglicosídeo que impede a proliferação dos agentes responsáveis pela mastite bovina e  combate a infecção. 
“A aplicação do Gentatec Vaca Seca deve ser feita somente após a última ordenha da vaca. Ele deve ser aplicado nos quatro tetos, fazendo uma massagem de baixo para cima para a penetração total do produto. No entanto, se o animal estiver com sinais clínicos de mastite, com a glândula mamária inchada e vermelha, o médico veterinário deve ser consultado”, observa.
O Antibiótico Gentatec Vaca Seca possui uma ação prolongada de 40 dias e está disponível em seringas de 10 ml, agrupadas em 30 unidades por cartucho.

Posts Relacionados

Produtor rural passa a contar com ferramenta para mapear danos em vegetação nativa no CAR Online

Funcionalidade permite ao produto identificar e mapear áreas de vegetação nativa afetadas por interferências ambientais, contribuindo para a regularização e gestão ambiental da propriedade...

Megaleite: Raça Girolando tem nova recordista mundial de produção de leite

a vaca Jornada Montross FIV LPN sagrou-se Grande Campeã de Produção Absoluta de Leite e Grande Campeã de Composição do Leite ao atingir a produção de 337,950 kg/leite, c...

Anuário Leite 2026 resgata cinco décadas de inovação e projeta o futuro da pecuária leiteira

Lançado durante a Megaleite 2026, realizada em Belo Horizonte (MG), o Anuário Leite 2026, da Embrapa Gado de Leite, já está disponível para consulta gratuita. A publicação reúne estatísticas, análises...