IN 76 e 77: Boas práticas para garantir a qualidade do leite

Com as novas normativas, esta é a chance para se estabelecer maior diálogo entre os elos da cadeia produtiva do leite e de criar a integração entre os laticínios e os produtores de leite

João Antônio dos Santos

Mudança de atitude. Estas são as palavras de ordem que devem estar na mente de todos os envolvidos na cadeia produtiva do leite para superarem os gargalos que, ao longo de décadas, têm impedido os avanços na qualidade do leite. Com as INs 76 e 77 o setor entra numa nova etapa em que é fundamental maior diálogo entre a indústria e os produtores para uma evolução integrada da cadeia do leite na busca por competitividade. “Embasado nessa convicção, acredito que esse é o caminho para a superação dos gargalos à qualidade do leite e para a profissionalização dos produtores, com ganhos também em produtividade e rentabilidade”, assinala Ronaldo Carvalho, médico veterinário e diretor da Cia do Leite, empresa de consultoria para pecuária leiteira e indústria láctea, com sede em Lavras-MG.
Ele observa que o atendimento das normas, tanto pelos produtores como para os laticínios, passa pela implantação das Boas Práticas Agropecuárias (a norma indica 16 itens), nas quais há mudanças imediatas a serem introduzidas e outras em médio e longo prazo. As medidas têm de ser colocadas em prática agora para atendimento das duas principais exigências: a Temperatura e CPP-Contagem Padrão em Placa (antiga CBT), que afetam diretamente o produtor. Com base em trabalho da Cia do Leite, a Balde Branco vai publicar uma série de matérias sobre o passo-a-passo da implantação das Boas Práticas, de acordo com o que preconiza a nova normativa.


Leia a íntegra desta matéria na edição Balde Branco 655 (julho/2019)

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