Programa com uso da genômica revoluciona melhoramento genético em rebanhos leiteiros no país

Ferramenta garante assertividade nas decisões e aumenta pressão de seleção em rebanhos da raça Holandesa

 

O uso da genômica permite acelerar o progresso genético dos rebanhos, garantindo assertividade nas tomadas de decisão e aumentando a pressão de seleção sobre os animais. E é com base nesta moderna ferramenta de avaliação e na melhor genética do mercado que o GENEstart está revolucionando a pecuária leiteira em todo o país.

O programa é voltado para pequenos e médios produtores de leite que trabalham com a raça Holandesa. Com atendimento personalizado de um representante comercial da ABS, o produtor terá acesso a toda a bateria de sêmen convencional, sêmen sexado Sexcel e embriões da ABS.

Primeiro é feita a avaliação do rebanho, identificando os melhores animais. Em seguida, são estabelecidas as metas. Depois, a equipe técnica cria um índice personalizado com as características desejadas pelo produtor e direciona os melhores touros.

“O produtor define seus objetivos e o GENEstart ajuda a alcançá-los. Traçamos uma estratégia com um pacote genético de 12 meses, com previsão de quantas doses serão necessárias para o período. O representante da ABS estará disponível a qualquer momento para garantir o atendimento contínuo e personalizado do produtor”, destaca o Gerente de Mercado e Contas-Chave Leite da ABS, Marcello Mamedes.

“Através do programa, o produtor tem acesso a sêmen, e embriões sem reserva, de qualquer touro da ABS, e o valor é fixado em contrato, garantindo controle financeiro para o produtor”, acrescenta o Gerente de Contas Estratégicas Leite da ABS, Raul Andrade.

Alexandre Rigon, da Fazenda Rigon, no interior de Santa Catarina, aderiu ao GENEstart com intuito de acelerar o melhoramento genético do rebanho. “O programa nos direciona, mostrando o que é melhor para a fazenda, selecionando os melhores touros para atingir os índices, através do uso do genoma. Ou seja, nos permite antecipar gerações, mas ao mesmo tempo, padronizar os animais. Vimos o GENEstart como um presente, que está auxiliando nesse ganho genético e consequentemente financeiro”, afirma.

 

Quem também colhe bons frutos com o programa é o produtor Daniel Welter, da Fazenda Welter, também na região sul do país. “Escolhemos o GENEstart para saber se estamos no rumo certo e obter ganho genético conforme as características que queremos. Com o resultado do genoma e o auxílio do representante da ABS, pudemos escolher os touros e optamos por focar em Vida Produtiva, Sólidos, DPR e Leite A2A2. Vemos um futuro muito promissor”, enfatiza o produtor.

Posts Relacionados

Grupo Piracanjuba entra no mercado de queijos finos com aquisição da Básel Lácteos

O Grupo Piracanjuba anuncia a aquisição da Básel Lácteos, indústria especializada em queijos finos, localizada no município de Antônio Carlos, em Minas Gerais, na região da Serra da Mantiqueira. A...

Raça Girolando bate três recordes de registros em 2025

Por mais um ano consecutivo, a Associação Brasileira dos Criadores de Girolando superou seu recorde histórico de registros genealógicos de animais. Foram 113.690 registros efetuados pelos técnicos da entidade,...

Importações de lácteos no Brasil: como Mercosul e acordo com a UE pressionam o produtor de leite

A pressão externa que está moldando o mercado do leite brasileiro O setor leiteiro brasileiro vive um momento desafiador. Após anos de competição intensa entre produtores locais e produtos importados,...