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Pro­du­to­res de lei­te duran­te apre­sen­ta­ção da ATeG em Nova Vene­za

Senar/SC inicia formação de novas turmas da ATeG no Sul do Estado

O Ser­vi­ço Naci­o­nal de Apren­di­za­gem Rural (SENAR/SC), órgão vin­cu­la­do à Fede­ra­ção da Agri­cul­tu­ra e Pecuá­ria do Esta­do de San­ta Cata­ri­na (FAESC) reu­niu na últi­ma sema­na api­cul­to­res e pro­du­to­res de lei­te do Sul do Esta­do para apre­sen­tar a meto­do­lo­gia do Pro­gra­ma de Assis­tên­cia Téc­ni­ca e Geren­ci­al (ATeG) que ini­cia a for­ma­ção de novas tur­mas na região, em par­ce­ria com os Sin­di­ca­tos Rurais locais.

Os encon­tros acon­te­ce­ram em Tre­vi­so, Orle­ans e Nova Vene­za. Os dois pri­mei­ros muni­cí­pi­os reú­nem 30 pro­du­to­res para a assis­tên­cia téc­ni­ca e geren­ci­al em api­cul­tu­ra que come­ça em outu­bro. Devi­do à pan­de­mia, a nova tur­ma – 3ª na região – foi divi­di­da em dois gru­pos para sen­si­bi­li­za­ção do pro­je­to, obe­de­cen­do às nor­mas de pre­ven­ção ao con­tá­gio do vírus. Par­te dos pro­du­to­res acom­pa­nhou a apre­sen­ta­ção na Pre­fei­tu­ra de Tre­vi­so e os demais no Cen­tro Admi­nis­tra­ti­vo de Orle­ans. Ao todo, a ATeG alcan­ça 85 pro­du­to­res apí­co­las aten­di­dos pelo Senar/SC na região. Na cadeia lei­tei­ra, a ter­cei­ra tur­ma do pro­gra­ma ini­cia a for­ma­ção nes­te mês, com 30 novos pro­du­to­res assis­ti­dos.

De acor­do com a super­vi­so­ra do Senar na região Sul, Sue­li Sil­vei­ra Rosa, os pro­du­to­res rece­be­rão assis­tên­cia téc­ni­ca e geren­ci­al dos pro­fis­si­o­nais espe­ci­a­li­za­dos duran­te dois anos para melho­ra­rem pro­du­ti­vi­da­de, mane­jo, ges­tão e comer­ci­a­li­za­ção. O obje­ti­vo do pro­gra­ma é acom­pa­nhar a pro­du­ção, auxi­li­ar os api­cul­to­res e bovi­no­cul­to­res de lei­te no tra­ba­lho de cam­po, além de ori­en­tá-los no geren­ci­a­men­to das ati­vi­da­des e na ges­tão dos negó­ci­os.

“Nos­so tra­ba­lho é apre­sen­tar a eles um mode­lo de ade­qua­ção tec­no­ló­gi­ca asso­ci­a­da à con­sul­to­ria geren­ci­al, que pri­o­ri­ze a ges­tão da ati­vi­da­de de for­ma efi­ci­en­te e com isso per­mi­ta alcan­çar mudan­ças efe­ti­vas no ambi­en­te das empre­sas rurais. Nes­tas sen­si­bi­li­za­ções, expli­ca­mos como fun­ci­o­na o pro­je­to e qual a fun­ção de cada um no seu desen­vol­vi­men­to. A ATeG é uma cor­ren­te com diver­sos elos e todos pre­ci­sam fun­ci­o­nar bem para alcan­çar­mos os resul­ta­dos”, des­ta­ca Sue­li.

O pre­si­den­te do Sin­di­ca­to Rural de Orle­ans, Nata­li­no Bian­co, res­sal­ta que a api­cul­tu­ra é refe­rên­cia na região, que con­ta com 800 pro­du­to­res. “Para mui­tos é a prin­ci­pal ati­vi­da­de econô­mi­ca. A assis­tên­cia téc­ni­ca e geren­ci­al che­ga para ampli­ar o núme­ro de api­cul­to­res assis­ti­dos e for­ta­le­cer a cadeia”, pro­je­ta.

A aná­li­se é com­par­ti­lha­da pelo pre­si­den­te do Sin­di­ca­to Rural de Nova Vene­za, Adil­cio Pedro Pazet­to. Segun­do ele, a região mos­tra for­ça na pro­du­ção de lei­te e apos­ta na ATeG como mola pro­pul­so­ra da ati­vi­da­de. “O muni­cí­pio pos­sui vas­ta área de pas­ta­gem, sen­do refe­rên­cia na pro­du­ção de lei­te para a região. Com a assis­tên­cia téc­ni­ca e geren­ci­al, os pro­du­to­res pode­rão aper­fei­ço­ar o tra­ba­lho e cres­cer de for­ma orga­ni­za­da”.

NO ESTA­DO

Segun­do a coor­de­na­do­ra esta­du­al do pro­gra­ma, Pau­la Araú­jo Dias Coim­bra Nunes, a ATeG dá supor­te e dire­ci­o­na­men­to téc­ni­co aos pro­du­to­res na ges­tão das pro­pri­e­da­des. “É um mode­lo de assis­tên­cia téc­ni­ca con­ti­nu­a­do, que englo­ba todos os pro­ces­sos da cadeia pro­du­ti­va e pos­si­bi­li­ta a evo­lu­ção soci­o­e­conô­mi­ca da famí­lia e da comu­ni­da­de”.

A meto­do­lo­gia do pro­gra­ma está fun­da­men­ta­da em cin­co eta­pas: diag­nós­ti­co pro­du­ti­vo indi­vi­du­a­li­za­do; pla­ne­ja­men­to estra­té­gi­co; ade­qua­ção tec­no­ló­gi­ca; capa­ci­ta­ção pro­fis­si­o­nal com­ple­men­tar e ava­li­a­ção sis­te­má­ti­ca de resul­ta­dos.

“O nos­so pro­gra­ma che­ga para somar com o setor por­que, além da téc­ni­ca que melho­ra a efi­ci­ên­cia e a efi­cá­cia do tra­ba­lho, a ATeG capa­ci­ta para o empre­en­de­do­ris­mo e aumen­ta a ren­ta­bi­li­da­de das famí­li­as”, subli­nha o pre­si­den­te do Sis­te­ma FAESC/­SE­NAR-SC, José Zefe­ri­no Pedro­zo.

“Temos mui­to orgu­lho des­te pro­gra­ma que melho­ra o tra­ba­lho e a ren­da dos pro­du­to­res e aumen­ta a pro­du­ti­vi­da­de em todas as cadei­as aten­di­das no Esta­do. Nos­sa meta é ampli­ar­mos o núme­ro de tur­mas e de pro­du­to­res assis­ti­dos em todas as regiões”, com­ple­men­ta o supe­rin­ten­den­te do Senar/SC, Gil­mar Anto­nio Zan­lu­chi.

Nes­te perío­do de pan­de­mia, o tra­ba­lho de assis­tên­cia téc­ni­ca segue pro­to­co­lo sani­tá­rio para aten­der todas as medi­das deter­mi­na­das pelos órgãos de saú­de, entre elas, uso de más­ca­ras, dis­tan­ci­a­men­to soci­al e higi­e­ni­za­ção com álco­ol em gel.

Fon­te: Senar/SC

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