Sindilat discute créditos presumidos importações

Os laticínios gaúchos precisam apresentar à sociedade e aos deputados a realidade fiscal e tributária da indústria de forma a conscientizar sobre a inviabilidade de cortes nos créditos presumidos.  O assunto foi abordado pelo presidente do Sindilat-Sindicato das Indústrias de Laticínios do Rio Grande do Sul, Alexandre Guerra, durante assembleia realizada no último dia 1 de dezembro. “É preciso deixar claro que não recebemos incentivos. Os créditos que temos são só uma ferramenta para nos equiparar a outros estados”, salientou.

Durante a reunião, Guerra destacou a presença e o empenho da senadora Ana Amélia Lemos com relação às pautas do setor, como recentemente ao agendar audiência pública para tratar do impacto das importações do leite no mercado nacional. “A OMC proíbe a formalização de cotas, mas os países podem negociar informalmente. O que levantei é que é importante verificar a relação entre a produção interna, o consumo interno e o volume de leite exportado pelo Uruguai. Pode haver triangulação, o que é proibido pela OMC. Ai temos autoridade para questionar essa prática”, disse a senadora.

Posts Relacionados

Produção de leite cresce no RS, mas importações pressionam pequenas indústrias

A produção de leite no Rio Grande do Sul cresceu cerca de 2,38% em 2025 na comparação com 2024, mas as importações ainda representam aproximadamente 8% do mercado, segundo a...

Estresse térmico pode reduzir produção de leite em até 20% nos períodos mais críticos

Projeções de um El Niño de forte intensidade para os próximos meses reforçam a atenção ao manejo dos animais...

ESALQ e Rede ILPF promovem fórum sobre ciência, educação e futuro do agro

Evento em Piracicaba (SP) reunirá pesquisadores, produtores, empresas, estudantes e lideranças para discutir inovação e expansão dos sistemas integrados de produção...