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A ver­são bar­ra foi cri­a­da para aten­der ao food ser­vi­ce no pre­pa­ro de recei­tas diver­sas, como o tra­di­ci­o­nal baião de dois no Nor­des­te

Tirolez inova e apresenta Queijo Coalho em embalagem de 2kg

A Tiro­lez, empre­sa 100% bra­si­lei­ra de quei­jos e uma das prin­ci­pais mar­cas de lati­cí­ni­os do país, ino­va mais uma vez e apre­sen­ta o Quei­jo Coa­lho em emba­la­gem de 2kg. A novi­da­de é foca­da no food ser­vi­ce para aten­der res­tau­ran­tes, ham­bur­gue­ri­as, piz­za­ri­as e pada­ri­as, além de ofe­re­cer exce­len­te cus­to-bene­fí­cio para o con­su­mi­dor final.

Sabo­ro­so, leve­men­te áci­do e sal­ga­do, o Quei­jo Coa­lho da Tiro­lez se dife­ren­cia pela qua­li­da­de. Por ser macio por den­tro e mui­to resis­ten­te ao calor, pode com­por san­dui­ches, incre­men­tar sala­das e até subs­ti­tuir a pro­teí­na em uma refei­ção. Como sobre­me­sa, fica deli­ci­o­so quan­do ser­vi­do com mel ou na ver­são Car­to­la, doce mui­to famo­so na região Nor­des­te, que leva bana­na, açú­car e cane­la. Além des­ses dife­ren­ci­ais, se des­ta­ca por ser o úni­co quei­jo do Bra­sil que não der­re­te.

“Per­ce­be­mos o cres­ci­men­to do inte­res­se do mer­ca­do food ser­vi­ce pelo quei­jo coa­lho, seja em res­tau­ran­tes típi­cos nor­des­ti­nos, bra­si­lei­ros ou até con­tem­po­râ­ne­os, ham­bur­gue­ri­as que bus­cam uma solu­ção sabo­ro­sa para a ver­são vege­ta­ri­a­na e pada­ri­as, dada a ver­sa­ti­li­da­de de uso em recei­tas diver­sas. Nos­sa inten­ção foi levar uma opção mais econô­mi­ca a esses esta­be­le­ci­men­tos, com a qua­li­da­de reco­nhe­ci­da da Tiro­lez”, afir­ma Lui­za Hegg, geren­te de mar­ke­ting da Tiro­lez.

Conhe­ça a his­tó­ria do Quei­jo Coa­lho. Ape­sar de ser um pro­du­to tipi­ca­men­te bra­si­lei­ro, sua ori­gem ain­da é con­tro­ver­sa. Con­ta-se que, há mui­to tem­po, os ser­ta­ne­jos do Nor­des­te leva­vam lei­te arma­ze­na­do em um matu­lão (bol­sa fei­ta de estô­ma­go de algum ani­mal) em suas via­gens. À medi­da que o tem­po pas­sa­va, o líqui­do ia se soli­di­fi­can­do, cri­an­do uma pas­ta de sabor agra­dá­vel. Isso acon­te­cia, pois a ação de enzi­mas diges­ti­vas dos ani­mais que ain­da esta­vam pre­sen­tes no matu­lão desen­ca­de­a­va o pro­ces­so de coa­gu­la­ção do lei­te. Esta pas­ta, conhe­ci­da como quei­jo coa­lho, hoje é pro­du­zi­da indus­tri­al­men­te.

Fon­te: Asses­so­ria de Comu­ni­ca­ção da Tiro­lez

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